O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, recebeu nesta semana o pastor Vanderson Trovão, líder do Projeto Missões, dedicado ao evangelismo em espaços públicos. Após a repercussão da abordagem sofrida pelo pastor durante uma ação evangelística e de pregação na Praça da Sé, no último sábado (25), Vanderson foi recebido pelo prefeito da capital. Segundo o pastor, guardas civis municipais interromperam a atividade e determinaram que a pregação fosse encerrada. O caso gerou ampla repercussão entre evangélicos e motivou o encontro no gabinete do prefeito, que afirmou que a evangelização havia sido previamente autorizada pela administração municipal. Ao comentar o episódio, Nunes reconheceu que houve a abordagem, mas reafirmou o compromisso da Prefeitura com o trabalho evangelístico realizado pelas igrejas. “Dia 25 de julho, agora, no último sábado, na Praça da Sé, onde o pastor Vanderson estava ali fazendo uma pregação, houve uma abordagem de um policial municipal dizendo que não poderia fazer naquele local. Uns dizem que pediu para baixar o som; o pastor Vanderson está me dizendo que, na verdade, pediu para parar”, relatou o prefeito. “Mas o que é importante dizer do nosso governo é que todo o processo, todo o trabalho de evangelização das igrejas terá sempre todo o apoio incondicional. O pastor Vanderson pediu autorização para fazer, e foi dada autorização, não foi, pastor Vanderson?”, declarou o perfeito, exibindo o documento. “Eu fico muito feliz de ele poder estar aqui.” Apoio a ações de evangelização Em seguida, o prefeito reforçou que a gestão municipal continuará apoiando ações de evangelização em espaços públicos e negou qualquer perseguição religiosa por parte da administração. “Aqui em São Paulo, nós damos apoio integral e incondicional a todo o processo de evangelização, a todo o trabalho das igrejas. É importante deixar isso claro: não existe perseguição religiosa aqui e nunca vai existir enquanto eu for prefeito de São Paulo. Muito pelo contrário, o que sempre haverá é apoio, como temos dado a todos os eventos, grandes e pequenos, realizados na cidade.” Ao final da reunião, o pastor Vanderson agradeceu o acolhimento recebido e disse que saiu do encontro com a garantia de que a evangelização continuará sendo respeitada na capital paulista. “Quero agradecer, prefeito, por nos receber aqui, juntamente com os deputados. Eu me senti muito feliz com esse amparo, com esse acolhimento e também por nos dar essa garantia de pregar o Evangelho, como está previsto na nossa Constituição. A autorização realmente foi dada pelo prefeito para que o Evangelho fosse pregado”, afirmou. “Eu agradeço o apoio do prefeito aos evangélicos. Em nome dos evangélicos, quero agradecer em nome do Senhor Jesus. Que Deus abençoe São Paulo e abençoe o Brasil.” Outros episódios A abordagem ao Projeto Missões não foi um caso isolado. Nos últimos dias, outros grupos de evangelização de rua também relataram abordagens da guarda municipal durante ações públicas na capital. Um dos episódios ocorreu com as missões Grito de Rua e Pastores de Rua, durante um culto realizado na Praça da Sé. O caso foi citado pelo prefeito de São Paulo. Na ocasião, integrantes afirmaram que guardas municipais interromperam momentaneamente a programação enquanto evangelizavam e oravam por pessoas, inclusive em situação de rua. Após questionamentos dos missionários, o culto foi retomado normalmente. Nunes afirmou que as abordagens não refletem a posição da Prefeitura e reiterou que a liberdade religiosa e a evangelização pública continuarão sendo apoiadas durante sua gestão.
Sociedades Bíblicas alcançam marca de 25 bilhões de Bíblias distribuídas no mundo
As Sociedades Bíblicas alcançaram a marca histórica de 25 bilhões de Bíblias distribuídas no mundo desde 1946, quando a Fraternidade das Sociedades Bíblicas Unidas foi criada. Do total de exemplares, 1,1 bilhão são Bíblias completas, além de Novos Testamentos, Porções e Seleções bíblicas compartilhadas em diferentes países, línguas e formatos. “A marca de 25 bilhões de exemplares das Escrituras distribuídos é motivo de gratidão. Também aponta para a continuidade de uma missão que permanece urgente. Ainda há muitas pessoas que precisam ter acesso à Bíblia em sua língua, em seu contexto e em um formato que faça sentido para sua realidade”, afirmou a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Os dados foram divulgados no Relatório de Estatísticas de Distribuição das Escrituras 2025, que registrou os resultados da missão bíblica ao longo de 80 anos de trabalho. Somente em 2025, as Sociedades Bíblicas distribuíram 148,3 milhões de exemplares impressos das Escrituras em todo o mundo. Também foram registrados 26,4 milhões de downloads da Bíblia online, 32,2 bilhões de visualizações de capítulos e 1,4 bilhão de reproduções da Bíblia em áudio. Imagem ilustrativa. (Foto: Sociedade Bíblica do Brasil). Fundada no Reino Unido em 1946, a Fraternidade das Sociedades Bíblicas Unidas cresceu e hoje reúne 156 Sociedades Bíblicas em mais de 240 países e territórios, com a missão de tornar a Palavra de Deus acessível a todas as pessoas. “A Sociedade Bíblica do Brasil faz parte dessa Fraternidade mundial e participa ativamente dessa missão de levar a Bíblia a todas as pessoas”, destacou a SBB. “No Brasil, essa caminhada se expressa na produção, tradução, distribuição, engajamento bíblico, recursos digitais, ações sociais e parcerias com igrejas e organizações”.
Bonecas trans com genitália removível para crianças geram polêmica nos EUA
Notícias sobre a criação de bonecas com identidade de gênero trans, destinadas a crianças de 4 a 10 anos em Minnesota, nos EUA, e previstas para serem lançadas ainda este ano, provocaram uma série de reações políticas e manifestações de líderes cristãos. O evangelista Franklin Graham criticou publicamente as bonecas, chamadas MyGenderDolls, em seu perfil no X: “Você não poderia pedir um exemplo melhor de depravação moral do que este. Minnesota desenvolveu ‘MyGender Dolls’ com partes intercambiáveis, incluindo genitália removível, para serem usadas para incentivar crianças de 4 a 10 anos a explorarem suas ‘identidades de gênero’. Sério? Isso é tão doentio e distorcido. ‘Brincadeira terapêutica?’ Ah, claro. Esta é a agenda perversa de socialistas democratas ‘woke’, mirando nas suas crianças.” O anúncio também provocou reação pública contra a universidade e o estado de Minnesota como um todo. Críticos questionaram como o projeto foi financiado, já que a universidade é pública e financiada pelo contribuinte. Michele Tafoya, candidata cristã conservadora ao Senado por Michigan, reagiu de forma contundente ao projeto das MyGenderDolls. Tafoya classificou as bonecas como “doentias e dementes” e afirmou estar “furiosa” com a iniciativa, especialmente por ter sido desenvolvida dentro de uma universidade pública financiada por impostos, algo que, segundo ela, torna o projeto ainda mais preocupante do ponto de vista ético e social. As bonecas vêm com genitália interna e externa destacável, uma característica da qual os pesquisadores se orgulham especialmente. (Foto: Universidade de Minnesota) O Dr. Quentin Van Meter, ex‑presidente do American College of Pediatricians e figura recorrente em debates sobre identidade de gênero a partir de uma perspectiva cristã conservadora, também criticou o projeto das MyGenderDolls. Para ele, as bonecas funcionam como um “instrumento de grooming” – algo que poderia ser usado para manipular ou influenciar crianças de forma inadequada – e não deveriam ter espaço na prática médica ética. Van Meter argumenta que incentivar crianças pequenas a acreditar que o sexo pode ser alterado contribui para confusão e ansiedade, reforçando sua oposição ao uso do material em ambientes clínicos ou educacionais. Crianças entre 4 e 10 anos Segundo a Fox News, a iniciativa faz parte de um programa de desenvolvimento financiado pelos contribuintes e apoiado pelo governador Tim Walz. As bonecas MyGenderDolls, desenvolvidas em parte pelo Fundo de Inovação Inicial da Universidade de Minnesota, serão destinadas ao uso por profissionais de saúde e educadores a partir deste ano, segundo reportagem inicialmente publicada pelo The College Fix. De acordo com o site oficial do produto, as bonecas foram “desenvolvidas para crianças com diversidade de gênero, entre 4 e 10 anos de idade”. As bonecas serão disponibilizadas para crianças entre 4 e 10 anos em Minnesota neste ano. (Foto: Universidade de Minnesota) O objetivo é ajudar crianças a “compreenderem as diferentes possibilidades de quem podem ser – independentemente das partes do corpo”, afirmou Ben Parchem, pesquisador de pós‑doutorado da Universidade de Minnesota, em um artigo posteriormente retirado da revista da Fundação da Universidade de Minnesota. As bonecas incluem acessórios intercambiáveis e peças genitais removíveis e substituíveis. Os modelos, com nomes neutros como “Sam”, “Rory”, “Avery” e “Parker”, têm órgãos genitais internos e externos removíveis, além de mais de 100 peças de roupas, acessórios e penteados – numa lógica semelhante à de um “Sr. Cabeça de Batata” adaptado para identidade de gênero. As bonecas vêm com mais de 100 peças de roupa, penteados e acessórios. (Foto: Universidade de Minnesota) Há também imagens de uma boneca menino usando um vestido e outros em vários estados de confusão de identidade sexual. A pesquisa conduzida pelo Instituto de Saúde Sexual e de Gênero da Faculdade de Medicina ao longo de seis anos incluiu pagamentos de US$ 20 a US$ 60 para que crianças trans e de gênero diverso, junto de seus pais, brincassem com as bonecas e participassem de conversas em grupo sobre gênero e corpos. ‘Governo esquerdista’ O projeto MyGender Dolls surgiu a partir de uma ideia da psicóloga Rachel Becker‑Warner, do Instituto de Saúde Sexual e de Gênero. O New York Post informou que o objetivo das bonecas é fazer com que crianças “aprendam sobre as diferentes opções que existem para quem podem ser”, segundo um terapeuta da Universidade de Minnesota Medical School que trabalhou por mais de meia década no desenvolvimento do projeto. A Faculdade de Medicina da Universidade de Minnesota tem realizado pesquisas nos últimos seis anos sobre as bonecas. (Foto: Universidade de Minnesota) O jornal também destacou que a iniciativa é uma das ações pró‑transgênero financiadas pelo que chamou de “governo esquerdista” de Minnesota sob a gestão de Tim Walz. A iniciativa foi incorporada a um programa de pesquisa do Departamento de Medicina Familiar e Saúde Comunitária da Universidade de Minnesota, liderado pelos docentes Dianne Berg e G. Nic Rider. Berg, que também codirige o NCGSH, desenvolveu as bonecas em parceria com a especialista em comunicação Ashley Finch, concebendo-as como uma ferramenta terapêutica para crianças trans e de diversidade de gênero. Segundo um resumo de 2024 – posteriormente removido – do Instituto Eli Coleman de Saúde Sexual e de Gênero, o conceito segue o modelo das tradicionais bonecas de papel, permitindo que crianças escolham corpos, genitais, roupas e acessórios para visualizar sua anatomia e identidade de gênero.
Evangelista é agredido enquanto prega nas ruas dos EUA: Batalha espiritual
Mais um evangelista foi agredido enquanto pregava em um local público nos Estados Unidos, recentemente. Shaunte estava anunciando o Evangelho com outros cristãos no Pike Place Market, um mercado público na cidade de Seattle, quando de repente um homem se aproximou e deu um tapa em seu rosto. “Fala outra coisa! Cai fora daqui, p****! Cai fora daqui” Cai fora daqui! Vai para outra esquina, mano”, gritou o agressor furioso, enquanto ameaçava lutar com o evangelista. O outro cristão que estava junto com Shaunte pediu que alguém pedisse ajuda a policiais. “Então ninguém quer nos ajudar, ninguém vai chamar a polícia pra gente?”, exclamou. Shaunte lidou com a situação com tranquilidade e tentou acalmar o agressor. “Somos cristãos, eu não tenho medo de você. Em nome de Jesus, não vamos sair daqui. Estamos aqui em nome de Jesus”, disse. E o homem continuou ameaçando os evangelistas: “Eu vou bater em vocês dois, seus m*****, agora mesmo. Se eu ouvir aquele papo de ‘gay’ mais uma vez, vou sair e te dar um tapa de novo”. Continuando onde estava com sua caixa de som, Shaunte declarou: “Ei, cara, por que temos que falar assim? Paz, em nome de Jesus. Quero que você seja feliz. É algo que traz paz falar para as pessoas sobre o Céu. Eu quero paz. Eu te amo, irmão. Não vou a lugar nenhum. Fale com a polícia”. Pregando a visão bíblica sobre sexualidade Em seguida, o agressor tenta levar a caixa de som e a câmara que estava gravando a pregação. Após o ataque, o evangelista compartilhou o vídeo do momento no Instagram e explicou que o homem o atacou porque estava pregando a visão bíblica sobre a sexualidade. “Não vejam este vídeo com raiva do homem que me atacou por pregar sobre LGBT. Em vez disso, ore por ele. Ore para que Deus abra os seus olhos, lhe conceda arrependimento e o salve pela graça de Jesus Cristo. O mesmo Senhor que me salvou pode salvá-lo”, afirmou. Resgatado da homossexualidade Shaunte, que era gay, foi transformado por Jesus ao conhecer o Evangelho. Ele deixou a homossexualidade e foi liberto do vício em drogas. Hoje, ele é casado com uma mulher e evangeliza nas ruas dos EUA através de seu ministério “Prideless Ministries”. “Fui salvo por Deus da homossexualidade. Prego arrependimento. Compartilho meu testemunho com coragem porque o Apocalipse diz que vencemos pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do nosso testemunho. Tenho um coração para os perdidos e acredito no avivamento da comunidade LGBT”, afirmou ele, na descrição de seu canal no YouTube. Shaunte também pediu oração para todos os pregadores que enfrentam perigos por pregar a verdade bíblica. “Há um custo para ganhar almas. Orem por ousadia, sabedoria e proteção para todos os cristãos que escolhem defender a verdade numa cultura que a rejeita. Ore para que respondamos com amor, falemos com graça e nunca comprometamos a verdade. Embora esta seja uma batalha espiritual, há perigo físico”, ressaltou. Recentemente, um pastor e um grupo de evangelistas foram agredidos enquanto evangelizavam nas ruas de Chicago, nos EUA. No dia 6 de junho, Jeremy Chong, pastor da Reformation Chicago Presbyterian Church, e sua equipe realizaram uma ação social com moradores de rua e anunciaram Jesus com uma caixa de som. Até que um homem se aproximou e empurrou um dos evangelistas que pregava no microfone. O agressor passou a xingar os cristãos com palavrões.
Igreja Presbiteriana Unida do Brasil aprova incluir LGBTs como membros e pastores
A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) aprovou a inclusão de pessoas LGBT como membros e pastores de suas congregações. A decisão foi tomada durante a Assembleia Geral da denominação, realizada entre os dias 17 a 19 de julho, em Salvador, na Bahia. A medida não alterou a doutrina da igreja nem impôs uma regra às suas sete congregações (presbitérios), mas estabeleceu a possibilidade de incluir homossexuais tanto na membresia quanto na liderança pastoral. Além disso, a Assembleia estabeleceu uma série de princípios que deverão ser seguidos pelas congregações, como a proibição de discursos de ódio e discriminação, qualquer forma de violência simbólica, espiritual ou psicológica contra pessoas homoafetivas e a proibição de práticas chamadas de “cura gay”. A decisão acontece após a IPU ter criado uma Comissão Especial para Assuntos de Gênero em 2023, onde passou a discutir o tema. A comissão reuniu integrantes da comunidade LGBT, representantes de congregações e pastores que já celebravam casamentos de pessoas homoafetivas. Conforme a comissão, as discussões feitas durante três anos mostraram que há diferentes posições sobre a inclusão de homossexuais na igreja, algumas mais conservadoras e outras progressistas. Com a nova medida, a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil se alinha à teologia progressista adotada pela Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA), que aceitou a homossexualidade e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A IPU também se junta à Igreja Episcopal Anglicana do Brasil como denominações históricas inclusivas no país. História da IPU Igreja Presbiteriana Unida do Brasil se distancia da teologia conservadora seguida por outras denominações presbiterianas, como a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI) e a Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil (IPRB). A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil foi criada em 10 de setembro de 1978, com o nome de Federação Nacional de Igrejas Presbiterianas, por pastores e líderes que foram afastados da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) por defenderam uma visão ecumênica e a defesa do ministério feminino. Em seu site, a IPU se descreve como “uma igreja reformada ecumênica e enfatiza o diálogo interreligioso como imperativo para a busca da paz e da harmonia para a humanidade”.
Pastor libertado da prisão na China relata pressão para confessar crime que não cometeu
O pastor Ezra Jin, líder e fundador da Igreja Zion, concedeu sua primeira entrevista desde que deixou a prisão na China, em um relato emocionante sobre perseguição religiosa, resistência na fé e esperança para a Igreja chinesa. A conversa foi exibida pela Sky News em uma reportagem especial da correspondente para a Ásia, Helen-Ann Smith, que acompanhou durante meses a repressão contra cristãos no país e percorreu os locais onde Ezra foi preso, viveu e permaneceu detido. “É extremamente raro que a China liberte um chamado ‘prisioneiro de consciência’. Mais raro ainda é que essas pessoas se sintam à vontade para falar sobre o que viveram”, afirmou a jornalista. “Somos os primeiros jornalistas a nos sentarmos pessoalmente com ele. Esta é a primeira vez que ele conta sua história diante de uma câmera.” Segundo Smith, a história do pastor está inserida em um contexto mais amplo de endurecimento da repressão contra igrejas domésticas na China. “Em toda a China, operações policiais e detenções têm como alvo igrejas clandestinas. Esses grupos se recusam a se submeter ao rígido controle imposto pelo Estado e, por isso, são oficialmente proibidos”, explicou. Prisão e pressão para confessar Ezra Jin foi preso em outubro de 2025 e acusado de “operações comerciais ilegais”, uma acusação frequentemente usada pelas autoridades chinesas contra líderes religiosos independentes. Na entrevista, ele descreveu as condições dentro da prisão. “Foi uma experiência que eu nunca havia vivido. Foi extremamente difícil. Três ou quatro pessoas dividiam a mesma plataforma para dormir. Toda a rotina era rigidamente controlada. Até para caminhar era preciso levantar a mão e pedir autorização. Se alguém andasse sem fazer isso, era punido”, contou. O pastor revelou que sofreu intensa pressão psicológica para admitir crimes que afirma não ter cometido. “Eles diziam: ‘Você precisa pensar nos seus colegas. Entre as pessoas presas há inocentes. Se você continuar se recusando a confessar, acabará envolvendo todos eles’.” O pastor Ezra Jin relembra emocionado os meses de prisão e fala pela primeira vez após ser libertado da China. (Captura de tela/YouTube/Sky News) Segundo Ezra, o período mais difícil foi quando permaneceu quase um mês sem conseguir encontrar seu advogado. “Então escrevi imediatamente uma carta para minha família. Nela deixei duas coisas muito claras: primeiro, eu não confessarei um crime que não cometi. Segundo, eu não vou me suicidar.” A Sky News informou que apresentou essas alegações às autoridades chinesas, mas não recebeu resposta. Libertação inesperada O pastor também descreveu como foi surpreendido pela própria libertação. Ele contou que um agente penitenciário simplesmente ordenou que saísse da cela e recolhesse seus pertences. Inicialmente, pensou que seria levado para mais um interrogatório. Quando a viatura passou por seu bairro sem parar, percebeu que não voltaria para casa. Em seguida, foi levado até uma estação de trem de alta velocidade. “No vagão havia apenas policiais à paisana. Um deles perguntou: ‘Pastor Jin, você sabe para onde está indo?’. Respondi: ‘Não sei’. Então ele disse: ‘Pense pelo lado positivo’. E eu respondi: ‘Eu não ouso criar expectativas’.” Na realidade, Ezra estava sendo levado ao aeroporto. As autoridades informaram que, embora considerassem os supostos crimes comprovados, ele não seria processado. Pouco depois, embarcou para os Estados Unidos. O reencontro com a família Durante os meses em que Ezra esteve preso, sua filha, Grace Jin, viveu a gravidez sem a presença do pai. Em entrevista à Sky News, ela relembrou a dor daquele período. “Conseguimos contar a ele sobre o bebê pouco antes da prisão. Durante sete ou oito meses da minha gravidez, enquanto o bebê crescia dentro de mim, meu pai continuava na prisão.” Emocionada, Grace Jin, filha do pastor Ezra Jin, relembra o período em que o pai esteve preso na China. (Captura de tela/YouTube/Sky News) Grace afirmou que o pai sempre foi um exemplo de fé para a família. “Ele se importa profundamente com a sua fé. Também ama profundamente a China e as pessoas ao seu redor.” O marido dela, Bill Drexel, revelou que a família só acreditou na libertação quando o avião pousou em solo americano. “Disseram para nós que era uma operação extremamente delicada. Nada podia ser considerado certo até que o avião realmente decolasse. Quando soubemos que era um avião chinês, pensamos que só acreditaríamos quando as rodas tocassem o chão nos Estados Unidos.” No reencontro, Grace mal reconheceu o pai. “Ele estava muito mais magro. Quase não reconheci seus olhos. Levei alguns instantes para perceber: ‘É o meu pai’. Mas aquilo foi um verdadeiro milagre.” Ezra também se emocionou ao falar do neto, que recebeu seu nome. “Todos os dias, quando o vejo e o seguro nos braços, sinto uma emoção muito profunda. Hoje posso dizer que, se eu morresse agora, não teria arrependimentos. Estou profundamente feliz.” Mais de 100 pastores presos Apesar da própria libertação, Ezra Jin fez questão de direcionar a atenção para os cristãos que permanecem presos. “Minha estimativa é que ainda existam mais de uma centena de pastores presos. Além deles, há muitos outros grupos religiosos e diversos prisioneiros de consciência.” Alguns dos líderes da Igreja Zion presos na China durante a repressão às igrejas domésticas. (Captura de tela/YouTube/Sky News) Ele alertou que ninguém deve considerar seu caso como o fim da perseguição. “Ninguém deve pensar que, porque eu fui libertado, esta história teve um final feliz.” Segundo o pastor, a perseguição continua se intensificando. “Os casos de perseguição contra igrejas continuam acontecendo com muita frequência. Muitos cristãos vivem assustados. Em algumas operações, autoridades chegam a dizer: ‘Hoje vamos ver quem é mais poderoso: o Partido Comunista ou o Deus de vocês’.” A reportagem da Sky News terminou mostrando que diversos membros da Igreja Zion continuam presos, entre eles a pastora Wang Kong, presa diante da filha de três anos; o pastor Wang Lin, cuja esposa deu à luz o terceiro filho enquanto ele permanecia encarcerado; e o pastor Yang Huaibin, preso juntamente com sua esposa, posteriormente libertada sob fiança. Assista à entrevista completa, em inglês:
Evangelista de rua continua pregando mesmo sendo assediado nos EUA: Se arrependam
Um evangelista de rua foi hostilizado por um grupo de jovens enquanto pregava Jesus em um local público nos Estados Unidos. O episódio aconteceu em julho do ano passado, mas voltou a viralizar nas redes sociais após o pregador Leuole Yared relembrar o caso. Leuole estava compartilhando as Boas Novas de Cristo com uma caixa de som em uma área de bares e restaurantes durante a noite, quando um grupo de jovens se aproximou e começou a hostilizar o evangelista. Um homem tentou impedir Leuole de falar, enquanto algumas jovens gritavam, batiam palmas e riam do cristão. Porém, o pregador não se intimidou e continuou anunciando a Salvação com ousadia: “Para quem tem ouvidos para ouvir e quem tem olhos para ver: Jesus Cristo veio para que vocês tenham vida. Jesus ama você e Ele morreu na cruz por você e por mim”. O grupo continuou vaiando Leuole. Uma mulher com roupa curta começou a fazer posições sexuais na frente dele e gravou a cena, como forma de provocação. A dança sensual da jovem se tornou importunação sexual quando ela encostou seu corpo no evangelista sem seu consentimento. Leuole pegou sua caixa de som, se afastou da mulher e continuou pregando. “Isso é fruto de Satanás, pessoal. É hora de se voltar ao arrependimento e encontrar vida em Jesus Cristo”, declarou. Nesse momento, dois jovens se beijam em frente ao cristão, tentando lhe provocar. Mas, Leuole respondeu: “Isso aqui é o próprio diabo. Isso não me deixa com raiva, não faz nada comigo. Está prejudicando a alma deles, porque, no fim das contas, todos nós vamos ficar diante de Deus. Todo joelho se dobrará, toda língua confessará que Jesus é o Senhor!”. “A Bíblia diz em João 3:16: ‘Porque Deus amou o mundo tanto que deu seu único filho para todo aquele que crê Nele, não pereça, mas tenha a vida eterna’. Então se volte para Jesus Cristo”, pregou. Leuole Yared ressaltou que a luta do cristão não é contra pessoas, mas contra as forças espirituais do mal nos reinos celestiais. “Faz hoje um ano que isto aconteceu! Os frutos das trevas se manifestaram enquanto a Palavra estava sendo pregada. Profecia sendo cumprida em tempo real”, comentou ele. “O temor a Deus se perdeu nessa geração. É hora de voltar para Deus antes que seja tarde”, declarou. O evangelista já enfrentou hostilidade outras vezes por pregar o Evangelho nas ruas. Em 2025, ele foi agredido verbalmente por um homem, enquanto pregava na cidade de Alexandria.
Pastores contestam lei que proíbe símbolos religiosos no Parlamento da Suíça
Três líderes evangélicos abriram uma ação judicial para contestar uma emenda constitucional recém‑aprovada na Suíça que impede parlamentares do Cantão de Genebra de exibirem símbolos religiosos visíveis durante as sessões parlamentares, informou a Aliança Evangélica Suíça na segunda‑feira (20). O Grande Conselho, o parlamento cantonal de Genebra, aprovou a emenda constitucional por uma margem estreita em 21 de novembro. Depois disso, a população confirmou a proibição de símbolos religiosos em um referendo realizado em 14 de junho, no qual 51,4% dos eleitores votaram a favor da medida. A nova regra vale tanto para os integrantes do Grande Conselho, o parlamento cantonal de Genebra, quanto para os membros dos conselhos municipais. Liberdade religiosa Michael Mutzner, diretor da Associação Cristã de Assuntos Públicos e presidente de uma igreja local, apresentou a ação ao lado de Markus Hofer e Joseph Kabongo. Hofer atua como representante credenciado da Aliança Evangélica Mundial na ONU, enquanto Kabongo é teólogo e pastor aposentado ligado ao Partido Evangélico. Mutzner defendeu que os cristãos têm a responsabilidade de proteger a liberdade religiosa de todas as comunidades de fé, não apenas a sua. “A liberdade religiosa é para todos ou, no fim das contas, para ninguém”, afirmou. “Quando os direitos de uma comunidade são limitados, as liberdades de todas se tornam mais frágeis. É uma ladeira escorregadia. Para os cristãos, isso envolve amar o próximo e desejar aos outros a mesma liberdade que desejamos para nós.” Ele acrescentou que esses direitos também dizem respeito diretamente aos cristãos. “A história mostra que, quando as liberdades fundamentais de um grupo começam a ser enfraquecidas, isso raramente fica limitado a ele”, disse. “Proteger os direitos dos outros hoje é uma forma de resguardar as liberdades de todos amanhã.” Proibição de batismos em lago Mutzner destacou que medidas adotadas em Genebra para restringir orações muçulmanas em vias públicas já vêm atingindo também igrejas cristãs. Segundo ele, algumas comunidades evangélicas deixaram de realizar batismos no Lago de Genebra porque as autoridades passaram a conceder as autorizações necessárias apenas às religiões oficialmente reconhecidas pelo Estado. Mutzner lembrou a passagem de 1 Timóteo 2, que orienta os cristãos a orarem pelas autoridades para que todos possam viver em paz. Ele também incentivou os evangélicos a intercederem pelos governantes, pela sabedoria dos tribunais e por uma sociedade que valorize a liberdade, a justiça e o respeito mútuo. Consciência individual Mutzner ainda pediu que os cristãos se manifestem de forma pacífica sempre que as liberdades fundamentais de qualquer pessoa estiverem em risco, independentemente da religião afetada. Por fim, conclamou os fiéis a viverem o Evangelho com humildade e amor, ressaltando que a defesa da liberdade religiosa protege a consciência individual – e não representa privilégios especiais para os cristãos. A Aliança Evangélica Suíça manifestou oposição à medida, afirmando que a proibição fere direitos fundamentais. A entidade ressaltou que, embora apoie um Estado laico que promova neutralidade e paz religiosa, o laicismo não deve ser usado para silenciar expressões de fé em espaços democráticos. A Aliança destacou que, diferentemente dos funcionários públicos – que representam diretamente o Estado – os parlamentares expressam a diversidade de seus eleitores. Por isso, obrigá‑los a esconder suas convicções religiosas constitui uma limitação grave à liberdade de crença e levanta dúvidas importantes sobre a compatibilidade da medida com a Constituição Federal Suíça. Direito de escolher convicções religiosas A Aliança Evangélica ressaltou que a liberdade religiosa é uma garantia que protege tanto quem crê quanto quem não crê. Em uma democracia pluralista, afirmam, os cidadãos devem preservar o direito de escolher representantes que expressem abertamente suas convicções religiosas, filosóficas ou políticas. A Aliança Evangélica já havia enfrentado uma restrição semelhante na Lei de Secularismo de Genebra, em 2019, e conseguiu derrubá‑la após recorrer à Justiça. Agora, considera igualmente inaceitáveis as limitações impostas aos batismos no Lago de Genebra. Segundo o grupo, as regras obrigam algumas comunidades cristãs a deslocar seus cultos para o cantão vizinho de Vaud ou até para a França, já que não recebem as autorizações necessárias para realizar cerimônias no local. A Aliança afirmou que a liberdade religiosa deve valer também nos espaços públicos, desde que a ordem pública seja respeitada e que os direitos de terceiros não sejam violados. A Aliança Evangélica Suíça informou que acompanhará de perto o processo na Câmara Constitucional do Tribunal de Genebra. O grupo alerta que a decisão final no cantão tende a servir de referência para iniciativas políticas semelhantes em outras regiões da Suíça, podendo influenciar futuros debates sobre liberdade religiosa no país.
Bebê dado como morto por 2 horas volta à vida e mãe testemunha: Nosso milagre
A mãe do bebê Noah Gabriel da Cruz Santos, de apenas um mês, afirmou estar vivendo um verdadeiro milagre após o filho voltar a apresentar sinais vitais cerca de duas horas depois de ter sido declarado morto na Santa Casa de Rio Claro, no interior de São Paulo. Em meio à repercussão do caso, Letícia Cristina da Cruz Santos usou as redes sociais para testemunhar sua fé em Deus e declarar que continua confiando na recuperação completa do filho. “Nós [estamos] contemplando a grandeza de Deus e admirando nosso guerreiro que continua lutando para ficar bem. Cremos no nosso milagre por completo […] milagre não se explica, se vive”, afirmou a mãe. Noah nasceu prematuro e com fenda palatina, uma malformação congênita caracterizada por uma abertura no céu da boca. Desde o nascimento, em 15 de junho, permanecia internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal enquanto aguardava transferência para um hospital especializado, onde passaria por cirurgia. ‘Só consegui dizer: Glória a Deus’ Segundo a mãe, ela e o marido acompanharam toda a tentativa de reanimação realizada pela equipe médica após uma parada cardiorrespiratória sofrida pelo bebê. Após cerca de 45 minutos de manobras, o óbito foi constatado. O pequeno Noah e seus pais, ao retornarem à Santa Casa de Rio Claro após bebê apresentar sinais vitais. (Foto: Arquivo Pessoal) O casal permaneceu ao lado do filho por aproximadamente uma hora e, já em casa, recebeu uma ligação do hospital pedindo que retornasse imediatamente, sem explicar o motivo. “Meu esposo falou umas três vezes: ‘Moça, já estamos sabendo do acontecido, já fizemos todos os procedimentos’, mas ela insistiu para irmos, isso às 21h40”, relatou Letícia. Ao chegar novamente à unidade, os pais receberam a notícia de que Noah havia voltado a apresentar sinais vitais. “Chegando lá, entramos novamente na UTI e elas nos contaram sobre o nosso milagre. Só consegui dizer ‘Glória a Deus’ e chorar”, relembrou Letícia. Ela contou ainda que o episódio aconteceu justamente na data em que o filho deveria nascer, caso a gestação tivesse chegado ao fim normalmente, já que Noah veio ao mundo de forma prematura. “Uma coisa bem marcante é que foi no dia 15 [de julho], que era para ele nascer se não tivesse nascido prematuro e estava completando um mês que nasceu”, disse a mãe da criança. ‘A gente fica maravilhado’ Em um vídeo publicado nas redes sociais, Letícia descreveu o momento como algo difícil de compreender. “Às vezes eu acho que a gente está sonhando. Eu estava conversando com meu esposo, olhando para ele se mexendo, batendo as perninhas, de olhos abertos. A gente fica maravilhado”, disse. Apesar da repercussão do caso, a mãe fez questão de defender a atuação da equipe médica da Santa Casa de Rio Claro, afirmando que presenciou o esforço dos profissionais para salvar a vida do bebê. “Eu vi, inclusive, a hora do acontecido, como a doutora ficou, o quanto ela lutou para tentar reanimar ele”, declarou. Em entrevista, a agente funerária Regina Célia Paschoal, com 17 anos de experiência, contou que nunca havia vivido algo parecido. Antes de abrir o saco funerário, ela disse que fez uma oração: “Falei: ‘Deus, o que eu faço?’ Mas, por minha conta e responsabilidade, eu vou abrir aqui. Abri e ele começou a mexer mais ainda, fazendo um barulho, como se estivesse querendo respirar. … Foi um susto, foi uma emoção grande.” A missionária Elizayka Hellen também fez um apelo por intercessão: “Nós estamos muito felizes, estamos orando e peço a todos que continuem em oração pela vida dele.” Caso é considerado “extraordinário” De acordo com a Santa Casa de Rio Claro, Noah sofreu uma parada cardiorrespiratória em 15 de julho. Após todas as tentativas de reanimação, o hospital declarou o óbito seguindo os protocolos previstos pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Cerca de duas horas depois, uma funcionária da funerária, que havia ido buscar o corpo, percebeu que o bebê apresentava sinais vitais e acionou imediatamente a equipe médica. Notificação de óbito. (Captura de tela/EPTV) Noah foi reavaliado, readmitido na UTI Neonatal e voltou a receber cuidados intensivos antes de ser transferido para o Hospital de Reabilitação de Anomalias Crânio-Faciais da USP, em Bauru. Em nota, a Santa Casa informou que todos os protocolos técnicos e legais para a constatação do óbito foram rigorosamente cumpridos e afirmou não ter identificado falhas assistenciais. Ainda assim, reconheceu que o episódio foi “um dos mais inexplicáveis” de sua história” A instituição acrescentou que, para muitos familiares e profissionais envolvidos, o ocorrido é compreendido como “um verdadeiro milagre”, ao mesmo tempo em que reafirmou seu compromisso com a ciência, a ética e a transparência. “Para muitos, inclusive entre profissionais e familiares, o que ocorreu é compreendido como um verdadeiro milagre. A Santa Casa reafirma seu compromisso com a ciência, a ética e a transparência, ao mesmo tempo em que reconhece que este foi um acontecimento extraordinário que marcou profundamente todos os que participaram desse momento.”
Rádio Novo Tempo amplia presença no Brasil e leva mensagem de esperança à capital federal
A Rede Novo Tempo de Comunicação amplia sua presença no Brasil com a aquisição de mais uma emissora de rádio. A partir do dia 24 de julho de 2026, às 18h, a Rádio Novo Tempo Brasília entra no ar na frequência 92,9 FM, levando informação, música e conteúdo cristão aos ouvintes da capital federal. Considerada a primeira rádio evangélica do Brasil, a Rádio Novo Tempo apresenta uma programação que une assuntos do cotidiano a reflexões sobre fé, qualidade de vida e esperança. Com uma proposta leve e, ao mesmo tempo, profunda, a emissora busca informar, alegrar e contribuir para o bem-estar de seus ouvintes. A conquista representa um passo estratégico na expansão da rede. Localizada no centro das decisões políticas e administrativas do país, a capital federal passa a integrar o grupo de cidades atendidas diretamente pela programação da Rádio Novo Tempo. “A chegada da Rádio Novo Tempo a Brasília representa muito mais do que a inauguração de uma nova frequência. É a ampliação de uma missão. Estar na capital do país significa levar uma mensagem de esperança a milhões de pessoas, por meio de uma programação que acolhe e aponta para Cristo”, diz o Pastor Rafael Rossi, Presidente da Rede Novo Tempo de Comunicação. Ele completa sua fala dizendo: “Nosso compromisso é utilizar cada oportunidade que Deus nos concede para comunicar esperança e aproximar pessoas de Jesus. Não inauguramos apenas uma emissora. Abrimos mais uma porta para que a esperança entre na vida das pessoas”. Com a nova emissora, a Rádio Novo Tempo passa a contar com 19 estações próprias, distribuídas por dez estados brasileiros, além de 13 retransmissoras, alcançando mais de 48 milhões de ouvintes só no Brasil. A rede também está presente em diferentes países da América do Sul, reunindo ao todo 239 estações e possui potencial para chegar a mais de 100 milhões de pessoas. Sendo assim, integra uma das maiores estruturas de rádio cristã do continente e a expansão para Brasília reforça o compromisso de tornar a mensagem de esperança acessível a um público cada vez maior. O Pastor Jorge Rampogna, Diretor de Comunicação da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) para toda a América do Sul comenta o crescimento exponencial da rede adventista de rádio por aqui, com o exemplo da aquisição da Rádio de Santiago, no Chile; de Lima, no Peru; no Rio de Janeiro, no Brasil e fala que estava em oração para a aquisição da rádio de Brasília fazia tempo. “Agora o sonho está se tornando realidade. Brasília era uma das capitais que ainda não tinha Rádio Novo Tempo e é a capital do Brasil. Agora muitas pessoas que moram em Brasília e cidades ao entorno vão conseguir ouvir a mensagem de Cristo através das ondas da Rádio Novo Tempo, que vai alcançar muitas pessoas, em nome de Jesus”. Rampogna finaliza dizendo que a IASD segue desafiada a usar todos os meios de comunicação possíveis para abreviar a Volta de Jesus. No dia 24 de julho, a partir das 18h, a Rádio Novo Tempo dá início à transmissão do sinal em Brasília, com uma programação especial de 2 horas em rede, com a presença de autoridades da Novo Tempo e locutores de todo o Brasil, para dar as boas-vindas aos ouvintes da capital federal. A Rede Novo Tempo de Comunicação é uma instituição sem fins lucrativos que reúne os principais veículos de comunicação da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por meio da televisão, do rádio e da internet, a instituição trabalha para promover qualidade de vida e compartilhar o amor de Cristo com o maior número de pessoas possível.