O número de evangélicos no Reino Unido chegou a 5,5 milhões de pessoas, segundo uma pesquisa conduzida pela Whitestone e encomendada pela Aliança Evangélica do Reino Unido (EAUK). O estudo descobriu que dois a cada três cristãos no Reino Unido que frequentam uma igreja e lêem a bíblia são evangélicos. A pesquisa foi realizada com 8.400 pessoas na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, entre fevereiro e março de 2026. Segundo o relatório, intitulado “Compreendendo os Evangélicos do Reino Unido: quem são eles?”, os 5,5 milhões de evangélicos na região não são apenas pessoas que se identificam como evangélicas, mas são cristãos que realmente vivem uma teologia evangélica. O número significa que quase 8% da população da região é evangélica. Grande parte dos evangélicos britânicos são jovens com menos de 35 anos, representando 43,5%. Em seguida, está a faixa etária de 35 a 44 anos (19,7%) e o grupo de 45 anos a 75 anos em diante (36,8%). O estudo também descobriu que cerca de 30% dos evangélicos pertencem a uma minoria étnica, incluindo asiáticos, africanos e caribenhos. “A igreja evangélica no Reino Unido está prosperando: é jovem, diversa e está crescendo”, comentou Gavin Calver, CEO da Aliança Evangélica do Reino Unido. A maioria dos evangélicos britânicos frequentam igrejas pentecostais (29%). 17% são de igrejas anglicanas, 12% frequentam igrejas batistas e 9% congregações independentes. Já 7% congregam em igrejas metodistas e outros 7% em igrejas presbiterianas. 6% dos evangélicos britânicos participam de novas igrejas carismáticas e 12% de outras. Para Danny Webster, diretor de advocacia da EAUK, “um movimento unido não pela política, mas por um compromisso compartilhado com Jesus Cristo e por fazê-lo conhecido” define o evangelicalismo no Reino Unido.
Milhares de cristãos se reúnem para orar pelo fim do aborto na Austrália
Milhares de cristãos se reuniram para orar pelo fim do aborto em uma manifestação em Sydney, na Austrália, na terça-feira (15). O protesto, organizado pela ativista pró-vida Joanna Howe, foi realizado em frente ao Parlamento do estado de Nova Gales do Sul. Com cartazes com mensagens pró-vida e balões brancos, os participantes se manifestaram contra a lei que permite abortos até os 9 meses de gestação no estado e defenderam o direito à vida para todos. “Um mar de luzes para quem não tem voz! Ontem à noite cantamos o hino nacional da Austrália enquanto nos reunimos contra abortos tardios”, afirmou a organização pró-vida Bird Flip, liderada por Joanna Howe, no Instagram. Os cristãos intercederam juntos pelo fim do aborto e também louvaram a Deus com o hino “Amazing Grace”. Segundo o influenciador cristão Liam Aquilina, 10 mil cristãos participaram da manifestação pró-vida. “Não temos outra opção a não ser defender a vida” A pastora Millicent Sedra, da Echo Church, participou do protesto e, durante seu discurso, chamou os cristãos a lutarem contra o aborto. “Ouço frequentemente cristãos dizerem: ‘Eu sei que o aborto é errado, sei que é assassinato. Eu, pessoalmente, não faria um aborto, mas quem somos nós para ditar o que outra pessoa quer fazer?’ Como assim? Se alguém quer fazer mal a outra pessoa, é meu dever me manifestar. E, como cristãos, não temos outra opção a não ser defender a vida”, ressaltou Millicent. E observou: “Foram os cristãos que lutaram contra o infanticídio, os cristãos que lutaram contra a queima de viúvas na Índia, os cristãos que lutaram contra a pedofilia; e serão os cristãos que acabarão com o aborto”.
Precisamos orar pelo Brasil: Líderes cristãos se manifestam sobre crise no STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, na terça-feira (15), uma sessão plenária extraordinária para discutir procedimentos relacionados a uma possível investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, a partir de informações encontradas pela Polícia Federal no caso Banco Master. O caso ganhou repercussão após André Mendonça retirar o sigilo de um relatório com mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e supostamente dirigidas a Moraes. Após mais de cinco horas de sessão, marcada por divergências e troca de críticas entre os ministros, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista de Flávio Dino, sem decisão definitiva. A discussão, que deveria se concentrar nos procedimentos jurídicos do caso, acabou expondo divergências internas na Suprema Corte e provocando ampla repercussão no País. A Igreja não deve permanecer indiferente Nas redes sociais, pastores e líderes cristãos se manifestaram com indignação diante dos acontecimentos registrados durante a sessão do STF. Além das críticas à Corte, líderes destacaram o papel dos cristãos, defendendo que a Igreja não permaneça indiferente diante dos rumos do País. O pastor Cláudio Duarte também se manifestou sobre o momento envolvendo André Mendonça e destacou, principalmente, o poder da oração. Segundo ele, aqueles que creem em Deus sabem o que significa entregar uma causa ou uma pessoa em Suas mãos e pedir por Sua misericórdia. Recordando situações na política brasileira recente, disse: “Agora é André Mendonça. Ele vai pedir oração e tem uma multidão orando por esse moço. E aí você vê a perseguição, a tentativa de desmoralização crescendo sobre ele”, declarou. ‘País vive uma inversão de valores’ O pastor Filipe Duque Estrada, conhecido como pastor Lipão, também reagiu ao episódio em seu Instagram. Em tom crítico, ele afirmou que o País vive uma inversão de valores, na qual, em sua avaliação, “a injustiça recebe o nome de justiça” e críticas ao poder são tratadas como ameaças às instituições. “O STF deveria ser o guardião da Constituição, não o seu dono. Deveria limitar o poder, não governar sem voto”, escreveu. Para o líder da Igreja Onda Dura, quando aqueles que deveriam proteger as regras passam a interpretá-las conforme as circunstâncias, “a democracia deixa de ser um princípio e se torna apenas um discurso”. Lipão encerrou a publicação com uma crítica à situação do País e uma oração: “O Brasil virou um circo e nós somos os únicos palhaços. Que Deus tenha misericórdia do Brasil!”. ‘Deus é o justo Juíz e ouve oração’ Val Gonçalves, do movimento JesusCopy, afirmou ter acompanhado toda a sessão do STF e disse ter ficado “muito triste” com o que presenciou. Em meio a um período de oração e jejum, ela lembrou que, acima das autoridades humanas, está o governo de Deus. “Eles esquecem que tem um trono acima do governo deles, que tem um Juiz que é acima do magistrado deles”, declarou. Val convocou os cristãos a intercederem pelo País: “A primeira coisa que você deveria estar fazendo é interceder pela sua terra, pelo seu país, pelo Brasil, porque Deus, que é o justo Juiz, ouve e responde à oração”. Além da intercessão, ela defendeu que os cidadãos exerçam seus direitos e se posicionem dentro da democracia. Ao final, a pastora encorajou os cristãos a manterem a fé e não perderem a esperança: “Não desista do seu país. Eu não vou desistir do meu país. Nós temos um Deus sentado sobre o trono e Ele vai dar uma resposta. Pode não ser agora, pode não ser como a gente espera”. A Igreja não deve permanecer indiferente O pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, afirmou em seu Instagram que este “não é o momento de os cristãos se isentarem” diante da situação do País. “Não é hora de nos isentarmos. O que vemos no Brasil é grave”, escreveu. Para Vargens, cristãos que deixam de se manifestar diante do que classificou como “descalabro” e “desmandos de uma ditadura de toga” podem contribuir para que as consequências atinjam também as próximas gerações. O pastor Elizeu Rodrigues, ligado à Assembleia de Deus, também se manifestou nas redes sociais. Ele publicou uma foto em que Alexandre de Moraes e Flávio Dino aparecem sorrindo, enquanto André Mendonça está entre os dois, com expressão séria. Na legenda, o pastor fez uma comparação entre a situação dos três ministros após a sessão e declarou apoio a Mendonça: “O da esquerda saiu rindo. O da direita julgou se pode ser julgado e tem 90 dias para se defender! O do meio tem 30 dias pra se defender”. Ao final, o pastor acrescentou: “Orando pelo nosso irmão”. ‘Oração e necessidade de posicionamento’ Antes mesmo da sessão no STF, o pastor Aluízio Silva, líder da Igreja Videira, já havia convocado os cristãos a orarem pelo ministro André Mendonça. Durante um culto, o pastor conclamou a igreja à intercessão diante dos desafios enfrentados pelo País, associando oração à necessidade de posicionamento dos cristãos. “Quando vemos o nosso país enfrentando tantos desafios, nossa resposta também precisa ser de oração, posicionamento e fé”, declarou. Aluízio também orou por mudanças no País: “Que Deus traga transformação ao Brasil, começando por nós e alcançando todas as áreas da nossa sociedade. Que venha o Teu Reino e seja feita a Tua vontade sobre o Brasil”. Julgamento termina sem decisão A sessão no STF, presidida por Edson Fachin, foi marcada por fortes divergências e discussões entre os integrantes da Corte. Kássio Nunes Marques declarou-se impedido e Dias Toffoli declarou-se suspeito deixando de participar da votação. Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram pela análise separada dos casos envolvendo Moraes e Mendonça, enquanto Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes defenderam que fossem analisados conjuntamente. Flávio Dino chegou a se posicionar pela reunião dos processos, mas pediu vista, suspendendo o julgamento antes de uma decisão definitiva. Durante a sessão, houve embates entre Moraes e Mendonça, críticas de Dino à condução de Fachin e discussões envolvendo Gilmar Mendes. Cármen Lúcia lamentou a crise e afirmou que o Supremo havia provocado um “mal-estar cívico” na população brasileira.
MP abre investigação após igreja defender família tradicional em desfile cívico em SC
Faixas exibidas por uma igreja, durante o desfile de 7 de Setembro na cidade de Içara (SC), levaram o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) a abrir uma investigação. No evento cívico, a Igreja Assembleia de Deus desfilou com todos os seus departamentos. O Departamento da Família exibiu faixas defendendo o modelo bíblico de família e se posicionou contra a ideologia de gênero e o aborto. “Homem + mulher + filhos = família tradicional”, “Somos contra a ideologia de gênero”, “Deus criou homem e mulher (Mc 10:6)”, “Não ao aborto. A vida começa na concepção (Pv 31:8)” e “Casamento é monogâmico e heterossexual (Mt 19: 5-6) foram as frases apresentadas nas faixas. Um vídeo do desfile, postado pela igreja, repercutiu nas redes sociais e foi alvo de ataques por muitos usuários. O PSOL informou que iria acionar o Ministério Público de Santa Catarina, alegando que a laicidade foi ferida durante o desfile de 7 de setembro, segundo o UOL. Denúncia ao MP Na segunda-feira (14), o MPSC informou que recebeu uma denúncia sobre as mensagens cristãs e que um procedimento foi instaurado para investigar possível discriminação contra pessoas LGBTs. Entre os fatores que serão analisados pelo Ministério Público está o fato das faixas terem sido exibidas durante um evento promovido pela Prefeitura de Içara. O procedimento quer esclarecer como ocorreu a participação da igreja e se houve alguma forma de análise prévia do conteúdo apresentado. No documento que determinou a abertura da Notícia de Fato, a promotora de Justiça Rafaela Mozzaquattro Machado afirmou que o caso envolve a proteção de direitos fundamentais e o combate à discriminação. “Diante da ocorrência de fatos relacionados à proteção dos direitos fundamentais e ao combate à discriminação, com potencial repercussão na tutela de interesses difusos e coletivos, determinou-se a evolução para Notícia de Fato”, declarou a promotora. O MP deu o prazo de 10 dias para que a Prefeitura apresente informações sobre a participação da Igreja Assembleia de Deus no desfile. Além disso, o governo municipal deve enviar documentos oficiais do evento, uma cópia do formulário preenchido pela igreja para participar da programação, e ainda informar qual setor ou servidor ficou responsável pelo recebimento e controle desses documentos.
Neta de Billy Graham é indicada por Trump para defesa de liberdade religiosa no mundo
O presidente Donald Trump, indicou Jane “Cissie” Graham Lynch, filha do evangelista Franklin Graham, para ocupar o cargo de Embaixadora-geral dos Estados Unidos para Liberdade Religiosa Internacional. A nomeação foi encaminhada oficialmente ao Senado americano na segunda-feira (14), segundo a lista de indicações divulgada pela Casa Branca. O cargo, considerado uma das principais posições do governo americano na defesa da liberdade de fé no exterior, estava vago desde janeiro de 2025. Jane é ligada à Billy Graham Evangelistic Association (BGEA) e atua desde 2010 em diferentes funções na organização humanitária cristã Samaritan’s Purse, liderada por seu pai. Entre os cargos exercidos estão os de conselheira sênior e porta-voz ministerial. Durante o primeiro governo Trump, Jane também integrou o Conselho Consultivo Evangélico Executivo do Conselho Consultivo de Fé do presidente. A indicação foi elogiada pelo Religious Freedom Institute (RFI), organização apartidária sediada em Washington que atua na promoção da liberdade religiosa. ‘Perseguição religiosa’ Para David Trimble, presidente do RFI, a nomeação ocorre em um momento especialmente importante diante do crescimento da perseguição religiosa em diversas partes do mundo. “Nosso mundo é afligido hoje por um flagelo sem precedentes de perseguição religiosa”, afirmou Trimble. Segundo ele, o embaixador para Liberdade Religiosa Internacional desempenha um papel fundamental na política externa americana. “Entendemos o papel vital que o Embaixador para Liberdade Religiosa Internacional pode e deve desempenhar na política externa dos EUA e estamos prontos para apoiar Jane Lynch enquanto ela se prepara, com a aprovação do Senado, para assumir as responsabilidades de principal diplomata dos Estados Unidos para a liberdade religiosa”, declarou. Trimble também pediu que o Senado conduza o processo de confirmação de Jane “com a devida diligência e rapidez”. Defesa da liberdade religiosa O cargo de embaixador-geral para Liberdade Religiosa Internacional foi estabelecido no contexto da Lei de Liberdade Religiosa Internacional de 1998. De acordo com a legislação, o ocupante da função atua como um dos principais conselheiros do presidente e do secretário de Estado dos EUA em questões relacionadas à liberdade religiosa no exterior. Posteriormente, a legislação foi fortalecida pela Lei Frank R. Wolf de Liberdade Religiosa Internacional, de 2016, estabelecendo que o embaixador se reporte diretamente ao secretário de Estado e tenha autoridade para coordenar políticas relacionadas ao tema em diferentes áreas do governo americano. Entre suas atribuições está a coordenação dos esforços dos EUA para promover a liberdade religiosa em países onde pessoas enfrentam repressão, discriminação e violência por causa de sua fé. O Religious Freedom Institute destacou países como China, Nigéria, Síria e Nicarágua entre os locais onde os desafios à liberdade religiosa exigem atenção. Segundo a organização, uma política internacional robusta nessa área não apenas protege um direito humano fundamental, mas também contribui para a autoridade moral e a segurança nacional dos Estados Unidos. Atuação cristã Além de sua experiência em organizações cristãs, Jane já se pronunciou publicamente sobre temas relacionados à liberdade religiosa e ao antissemitismo. Em seu podcast, ela denunciou manifestações de antissemitismo em universidades americanas e declarou apoio a Israel a partir de sua perspectiva cristã. Caso seja confirmada pelo Senado, Jane Lynch assumirá a missão de representar internacionalmente a política dos EUA em defesa da liberdade religiosa e de acompanhar violações contra diferentes grupos religiosos ao redor do mundo.
Após rejeitar doutrina LGBT, Igreja Metodista conservadora cresce 54% em 2 anos
A Igreja Metodista Global cresceu 54% nos últimos dois anos, segundo dados apresentados na Conferência Geral de 2026 da denominação em Joanesburgo, na África do Sul. O evento, realizado de 30 de agosto a 5 de setembro, reuniu bispos, delegados e líderes de 50 confederações de vários países. Mais de 1.100 participantes estiveram presentes. Um levantamento mostrou o rápido crescimento da Igreja Metodista Global, após sua fundação em 2022 quando se separou da Igreja Metodista Unida (UMC) devido sua doutrina pró-LGBT e teologia liberal. O número de congregações e órgãos regionais da denominação conservadora aumentou, expandindo sua presença na África, América e Ásia. Em 2024, a Metodista Global contava com cerca de 4.700 congregações. Hoje, são 7.250 igrejas, representando um crescimento de 54%. Em relação ao número de confederações, em 2024 havia 34. Agora, há 50 estruturas regionais. Conferência Geral de 2026 na África do Sul. (Foto: Facebook/The Global Methodist Church). Durante a conferência na África do Sul, os delegados votaram em mais de 451 petições, aprovaram os Artigos de Fé, consagraram bispos em tempo integral e assinaram uma parceria com a Igreja Metodista Coreana. Segundo o The Christian Post, o centro do metodismo conservador mudou para o Sul Global, onde a denominação apresenta as maiores taxas de crescimento. Declínio da Metodista Unida Desde 2019, mais de 1,5 milhão de membros deixaram a Igreja Metodista Unida em todo o mundo devido à sua doutrina LGBT, segundo dados do Conselho Geral de Finanças e Administração da denominação e análises independentes. Mais de 7.600 congregações deixaram a UMC entre 2022 e 2023, cerca de um quarto de todas as suas igrejas nos Estados Unidos. Em 2024, a Igreja Metodista Unida nos EUA removeu o adultério, o sexo antes do casamento e a homossexualidade como pecados a serem evitados por líderes e pastores. Por décadas, a UMC debateu se deveria mudar sua posição oficial, conforme descrito no Livro da Disciplina, que rotula a homossexualidade como pecado, proíbe a ordenação de homossexuais não celibatários e proíbe a bênção de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Esses esforços para reformar o Livro de Disciplina foram constantemente apresentados na Conferência Geral, a reunião legislativa de toda a igreja que normalmente ocorre a cada quatro anos. Todas as tentativas de mudar a posição da UMC na Conferência Geral falharam, em grande parte por causa dos delegados da África e de outros lugares no exterior que tendem a ser mais conservadores. Em fevereiro de 2019, em uma sessão especial da Conferência Geral realizada especificamente para tratar do assunto, os delegados votaram para reafirmar a posição tradicional. Mesmo assim, os Metodistas Unidos progressistas continuaram a fazer campanha contra a posição oficial da denominação, desafiando totalmente as regras ao ordenar clérigos abertamente homossexuais ou oficializando casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Ativista trans rasga páginas da Bíblia durante ato no 11 de Setembro
Uma pessoa identificada como ativista trans rasgou páginas de uma Bíblia durante um protesto em frente à Prefeitura de Nova York, nos EUA, na sexta-feira (11), data em que o país lembrava os 25 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro. Imagens que circularam nas redes sociais mostram um homem vestido com lingerie feminina, usando chifres de diabo e segurando um crucifixo. Ele abre a Bíblia, comenta que ela é pesada e, em seguida, arranca algumas páginas e as joga no chão. COUNTER-PROTEST: Notorious NYC transgender activist is wearing devil horns and ripping pages out of a Bible in front of cops and Jake Lang supporters.@choeshow|@TPUSA pic.twitter.com/Iaw1xj99D1 — FRONTLINES TPUSA (@FrontlinesTPUSA) September 11, 2026 Segundo o LifeSiteNews, o ativista trans é identificado como Qween Amor, um artista performático conhecido por suas performances públicas consideradas “blasfemas e sacrílegas” na cidade de Nova York. Policiais estavam próximos ao local durante a ação, mas não intervieram, como mostram as imagens divulgadas nas redes sociais. De acordo com a mídia, o episódio ocorreu durante um contraprotesto organizado em resposta a uma manifestação anti-Islã realizada no mesmo local. Versículo de Miqueias Após rasgar as páginas da Bíblia, a pessoa leu em voz alta um trecho de Miqueias 5:10, no qual o Senhor anuncia a destruição de cavalos, carros de guerra, cidades e fortalezas. “Naquele dia”, declara o Senhor, “eliminarei os seus cavalos e destruirei os seus carros de guerra. Destruirei as cidades da sua terra e derrubarei todas as suas fortalezas”, diz o trecho citado durante a manifestação. Repercussão nas redes sociais A gravação rapidamente provocou reações nas redes sociais. Enquanto usuários condenaram o ato contra a Bíblia, outros classificaram a apresentação como uma tentativa de chamar atenção por meio de uma provocação pública. “É isso que chamamos de ‘liberdade de expressão’?”, questionou um internauta ao comentar as imagens. Outro usuário afirmou que a ação teria sido realizada apenas para conseguir repercussão nas redes sociais. “Buscando atenção ao máximo”, comentou outra pessoa. O incidente ocorreu em meio a um ambiente de tensão nas proximidades da Prefeitura. Segundo o International Business Times, a manifestação anti-Islã reuniu cerca de 100 pessoas, enquanto aproximadamente 40 contramanifestantes participaram do ato contrário. Houve confrontos entre integrantes dos grupos e pelo menos uma prisão foi registrada. A polícia também impediu que manifestantes avançassem em direção à região do World Trade Center. 25 anos do 11 de Setembro A manifestação aconteceu enquanto Nova York realizava cerimônias oficiais para lembrar as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. Há 25 anos, terroristas sequestraram quatro aviões comerciais nos EUA. Duas aeronaves atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York; outra atingiu o Pentágono, na Virgínia; e uma quarta caiu na Pensilvânia após passageiros reagirem aos sequestradores. Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques. Enquanto protestos e confrontos aconteciam em outras áreas da cidade, familiares das vítimas se reuniram no Memorial do 11 de Setembro para a tradicional leitura dos nomes daqueles que perderam a vida nos atentados.
Jovens na Suécia vivem despertar impulsionado por redes sociais: Anseiam por Jesus
A nova geração está vivendo um despertar espiritual na Suécia, um dos países menos religiosos do mundo. Segundo a CBN News, a fé na nação europeia entrou em declínio desde a Segunda Guerra Mundial. Em 2000, apenas 5% dos suecos frequentavam a igreja. Em 2022, um estudo mostrou que a maioria dos membros da Igreja da Suécia (luterana) não acreditava em Jesus. Até que, nos últimos anos, os jovens estão mudando essa realidade e abandonando o ceticismo. Em 2025, a juventude sueca elegeu Jesus como o “Influenciador do Ano”. O número de jovens frequentando uma igreja no país dobrou em quatro anos, chegando a 34%, conforme uma pesquisa da Universidade de Gothenburg. “Há um desejo tão grande, um anseio por Jesus. Dentro da geração jovem, as pessoas têm fome pela Palavra de Deus e querem a verdade”, disse Philip Falk Azevedo, que criou a Conferência de Jesus da Suécia, à CBN News. Philip contou que a ideia da conferência foi dada por Deus em uma visão durante um tempo de oração. Na terceira edição do evento, mais de 3.000 jovens compareceram. “Você tem pais e avós que são seculares, então se você quer ser um ‘punk’, quer se rebelar, você se torna crente. Você tem uma Bíblia debaixo do braço. Essa é a coisa mais punk que você pode fazer na Suécia hoje”, declarou Philip. Conversões através da internet Para o pastor local Josef Barkenbom, o despertar entre os jovens foi impulsionado pelas redes sociais, um ambiente onde as pessoas podem compartilhar o Evangelhokl livres do controle da cultura secular da mídia sueca. “Por causa das redes sociais, eles não conseguem mais filtrar isso”, explicou Barkenbom. “Muitas pessoas que chegaram à fé vieram pelas redes sociais. Eu participei do início de um projeto de mídias sociais aqui na Suécia chamado ‘Why Christian?’, e vimos pessoas de toda a Suécia chegarem à fé através das redes sociais”, testemunhou. O líder cristão Marco Strömberg comentou que a fé entre os jovens está crescendo porque a Suécia secular, criada por seus pais e avós, deixou a Geração Z se sentindo vazia. “Quando você pode fazer o que quiser, de repente eles se perdem. Então, muitos deles buscam valores tradicionais, a família, a igreja, uma comunidade. Especialmente os homens”, disse. Encontrando sentido em Jesus Um desses jovens é Oscar Jakobsson, que revelou que usava drogas para aliviar a solidão e a falta de propósito que sentia antes de conhecer Jesus. “A maioria dos jovens,e eles ficam muito bêbados nas baladas porque tentam fugir da realidade, porque acho que eles não veem muito sentido na vida quando estão sóbrios”, declarou Oscar, em entrevista à CBN News. Ele aceitou Cristo como seu Salvador após ser convidado para ir à igreja por um amigo. Oscar aceitou o convite, mas na verdade, queria convencer o amigo a não se tornar cristão. Porém, durante o culto, cristãos oraram por ele e Oscar teve uma visão de Jesus. “Começo a ver como uma figura. Então, fechei os olhos e lá estava de novo. E quando abri os olhos da outra vez e entendi o que vi e senti, comecei a chorar porque entendi que era real”, lembrou.
Mc Guimê anuncia fim de sua carreira no funk: Coloquei meus sonhos nas mãos de Deus
O cantor Guilherme Aparecido Dantas Pinho, conhecido como MC Guimê, comentou sobre a decisão de sair do funk. No último domingo (6), o cantor divulgou uma carta anunciando o fim de sua carreira no gênero. Em vídeo no Instagram compartilhado nesta quarta-feira (9), ele agradeceu aos fãs pelo apoio durante mais de 10 anos. “O encerramento de um ciclo que durou 17 anos, com certeza não é algo fácil de se fazer. Graças a Deus, eu consegui encerrar minha carreira no funk. E eu quero aproveitar pra dizer a vocês, fãs que me acompanharam durante esses 17 anos, meu muito obrigado de coração”, declarou Guimê. “Sou muito grato e realizado por tudo que alcancei, por tudo que fiz, por tudo que realizei. Tanto pela arte, pelo movimento, por mim como artista, e todas as pessoas que eu consegui alcançar e transformar para melhor”. O MC esclareceu que irá cumprir os contratos que já havia fechado antes de anunciar o fim da carreira. “Quero dizer pra você, contratante, que está tudo tranquilo e que todos os compromissos firmados antes desse anúncio do encerramento da minha carreira serão cumpridos normalmente: Compromissos contratuais, agenda de shows, lançamentos que foram gravados, videoclipes, músicas”, afirmou. “Então, a gente vai estar postando uma nota oficial, onde vai mostrar a agenda de shows, que até outubro já estava fechada. As pré-reservas de novembro e dezembro a gente declinou, mas setembro e outubro temos shows a cumprir”. Nova jornada Guilherme finalizou o vídeo, dizendo que está iniciando uma nova jornada, com a companhia de Deus. “Eu estou em busca de algo novo, então coloquei os meus sonhos, o meu coração e os meus planos na mão de Deus, pois os planos Dele, os sonhos Dele são maiores que os meus”, declarou. “Tamo junto, que Deus nos abençoe, obrigado por tanto carinho, por tanto amor, me sinto abraçado por todos vocês”. Anteriormente, Guimê revelou que sonha em cantar somente para Deus. “Eu tenho um sonho grandioso no meu coração, de cantar somente para Deus. E eu sei que esse dia vai chegar”, declarou.
Cristão é absolvido após ser processado por evangelizar em bairro LGBT em Londres
Um evangelista de 72 anos foi absolvido pela Justiça após ser processado por distribuir folhetos evangelísticos em Soho, um bairro frequentado pela comunidade LGBT em Londres, na Inglaterra. Segundo o Christian Concern, Richard Johnson foi processado sob a Seção 4A da Lei de Ordem Pública de 1986 – que criminaliza comportamentos ou palavras intencionais que causem assédio, alarme ou angústia. Em abril de 2025, o evangelista distribuiu cópias do quadrinho evangelístico “Doom Town”, que conta a história bíblica de Sodoma e Gomorra, e explica sobre pecado, julgamento, arrependimento e salvação através de Jesus. Duas pessoas denunciaram Richard após se sentirem ofendidas com o conteúdo do folheto e o Serviço de Promotoria da Coroa (CPS) avançou com o caso. Entretanto, o evangelista não abordou ou entregou pessoalmente o material a nenhum deles. “O tribunal ouviu que o Sr. Johnson não entregou pessoalmente o panfleto ao reclamante. Um amigo lhe deu o folheto. O denunciante depois telefonou para o número escrito no material e deixou uma mensagem dizendo que considerava o panfleto nojento e denunciaria o Sr. Johnson à polícia”, explicou o Christian Concern. “O segundo reclamante havia encontrado uma cópia do quadrinho no parapeito de uma janela e não viu nem falou com o Sr. Johnson”. Julgamento Durante o julgamento no Tribunal de Magistrados da City de Londres, um dos denunciantes alegou que Soho era considerado como “espaço seguro” para pessoas LGBT e que a área deveria ser protegida contra mensagens vistas como hostis à comunidade. Richard Johnson foi defendido pelo Christian Legal Centre, uma organização que defende a liberdade religiosa. No julgamento, o cristão aceitou não usar o folheto novamente, mas garantiu que seu propósito ao distribuir o material era de evangelização, não de ódio ou intimidação. O advogado do evangelista, Michael Phillips, argumentou que o direito à liberdade religiosa e à liberdade de expressão se aplicam em Soho como em qualquer outra parte de Londres. Michael ressaltou que o direito penal não pode criar áreas onde a fala seja julgada por um padrão diferente apenas porque é impopular com um público específico, como se fosse uma “zona tampão gay”. Em 4 de setembro de 2026, o tribunal inocentou Richard de todas as acusações. Os magistrados concluíram que, embora o material evangelístico tenha sido considerado ofensivo e causado distúrbios, a ação do evangelista não configurou crime. “Amo as pessoas LGBT e quero que elas vão para o Céu” Após sua absolvição, o evangelista declarou: “Depois de quase 2 anos com isso pairando sobre mim, estou feliz por estar livre. Faço isso porque realmente amo pessoas LGBT e quero que elas vão para o Céu, não para o inferno. Amor é dizer a verdade às pessoas, mesmo que elas se ofendam com a mensagem”. Richard foi abusado sexualmente em um internato quando criança e, posteriormente, se tornou bissexual e manteve relacionamentos homossexuais. Aos 50 anos, ele conheceu Jesus, teve sua identidade restaurada e deixou a bissexualidade. O cristão passou a evangelizar na Inglaterra e em toda a Europa. Ele estima ter distribuído mais de 100 mil folhetos evangelístico e ter levado 10 pessoas a Cristo, desde 2007. “Richard Johnson nunca deveria ter suportado quase dois anos com uma acusação criminal pairando sobre ele simplesmente por distribuir pacificamente um tratado do Evangelho cristão. Ele não ameaçou nem intimidou ninguém. Richard compartilhava uma mensagem bíblica sobre pecado, arrependimento e salvação que os cristãos proclamam há séculos”, afirmou Andrea Williams, diretora executiva do Christian Legal Centre. E destacou: “Nenhuma parte de Londres pode se tornar uma zona de censura em que crenças cristãs legítimas sejam submetidas a um padrão diferente porque algumas pessoas as consideram ofensivas. A liberdade religiosa e a liberdade de expressão pertencem a todos, em todos os lugares”.